Nossa história

Nossa história

 

A ideia da Agora Juntas surgiu de uma combinação de pesquisas, experiências vividas e conversas compartilhadas por mulheres que frequentavam a casa colaborativa Catete92 ainda em 2015.

A partir de um mapeamento realizado por suas co-fundadoras, descobriu-se que muitos grupos feministas do Rio de Janeiro não possuíam financiamento, não dispunham de espaços seguros para discutir suas questões e sentiam-se frustrados com a capacidade de mudar suas realidades por sentirem-se excluídas desses espaço colaborativos ou não pertencerem à uma rede de trocas. Permitindo-se à influência do conceito de casas colaborativas de trabalho e convivência, foi concebida a premissa da Agora Juntas, que a princípio foi pensada como um espaço feminista colaborativo onde mulheres de diferentes movimentos, setores e territórios poderiam se unir com propósitos de trabalhar,  trocar e aprender umas com as outras, fortalecendo coletivamente os objetivos feministas no Rio de Janeiro e de grupos e coletivos organizados.

Esse plano inicial, apesar de ainda estar presente, é um objetivo que vislumbramos alcançar a longo prazo e para o qual caminhamos com diferentes ações. Nos últimos dois anos buscamos nos fortalecer com os coletivos e grupos organizados no Rio de Janeiro a fim de criar uma rede de colaboração e de troca e realizamos inúmeras atividades com iniciativas de vários pontos da cidade e em diversos locais públicos (praças e parques) e privados (associações, ONGs e centros culturais).

Desde o ano passado, mantemos uma parceria com o Instituto Rose Marie Muraro, um espaço de memória feminista (tem até uma biblioteca especializada em estudos de gênero!). Estabelecemos parcerias entre esse espaço e os grupos da nossa rede para que se fortaleçam, organizando eventos como rodas de conversa, cineclubes, conferências, formações feministas, feiras, bazares. Essas ações apoiam o Instituto que hoje em dia não tem financiamento externo e promovem práticas de economia colaborativa e feminista, caminhando rumo à autonomia feminista que desejamos para os coletivos e iniciativas cariocas.

 

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